GT86, Supra e… MR2? Os “Três Irmãos” da Toyota podem estar de regresso

O GT86 já está connosco há anos e vem a caminho um novo Supra. Mas ainda falta um desportivo à Toyota para voltar a ter os “Três Irmãos” do passado.

Qual a marca que vos vem à mente quando falamos em desportivos? Certamente não será a Toyota, mas basta folhear as páginas da história da marca e verão um longo historial de carros desportivos.

E, talvez, o período mais rico neste capítulo foi durante as décadas de 80 e 90, onde a Toyota nos presenteava com uma gama completa de desportivos, num crescendo de performance e posicionamento.

MR2, Celica e Supra eram os desportivos — de raíz — da marca, de tal forma marcantes, que chegaram a ser conhecidos como os “Três Irmãos”.

Pois bem, após quase duas décadas de ausência, parece que os “três irmãos” estão de volta, por “decreto presidencial”. Mais a sério, é o próprio presidente da Toyota, Akio Toyoda, o principal impulsionador para que a marca volte a ter uma família de desportivos.

Tal é como confirmado por Tetsuya Tada, o engenheiro-chefe por detrás do Toyota GT86 e do novo Toyota Supra. Tetsuya Tada efetuou declarações — não aos média, mas a colegas no Reino Unido, onde procurava enquadrar o novo Supra —, que confirmam, ou quase, o rumor:

Akio sempre disse que como empresa, gostaria de ter Três Irmãos, com o GT86 no meio e o Supra como o irmão maior. Por isso tentámos atingir para o Supra que oferecesse uma superioridade esmagadora em todos os atributos.

O terceiro “irmão”, ainda em falta

Se o GT86 é o irmão do meio (em vez do Celica), o qual já foi confirmado um sucessor, e o novo Supra o irmão maior, falta então o irmão mais pequeno. Como alguns rumores têm evidenciado, a Toyota estaria a preparar um pequeno desportivo, um sucessor para o MR2, rival do incontornável Mazda MX-5.

Em 2015, no Salão de Tóquio, a Toyota apresentou um protótipo nesse sentido. Verdade seja dita, de protótipo ou concept car o S-FR (ver galeria abaixo) tinha pouco, pois apresentava todos os “tiques” de modelo de produção, nomeadamente a presença de retrovisores e manípulos convencionais nas portas e um interior completo.

Ao contrário do MR2, o S-FR não vinha com motor central traseiro. O motor — 1.5, 130 cv, sem turbo — era colocado longitudinalmente na dianteira, com a sua potência transmitida às rodas traseiras, tal e qual o MX-5. A diferença para o MX-5 residia na carroçaria, coupé, e no número de lugares, com dois pequenos lugares traseiros, apesar das compactas medidas exteriores.

Recuperará a Toyota este protótipo, ou estará a preparar um sucessor direto para o “Midship Runabout 2-seater”?

Fonte: Razao Automovel

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